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Vigilância em Saúde de Rio das Ostras alerta sobre itens de beleza e higiene proibidos pela Anvisa

Fiscalização já está sendo feita em Rio das Ostras para que cosméticos e perfumes com substâncias proibidas não sejam comercializados

Atualizado em 04/11/2025 às 17:11, por Ricardo Marcogé.

Vigilância em Saúde de Rio das Ostras intensifica a fiscalização para retirar do mercado produtos de beleza com substâncias químicas proibidas pela Anvisa. Foto: Divulgação

Atendendo a uma nova Resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que proíbe o uso de duas substâncias químicas em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes, a Vigilância em Saúde, da Secretaria de Saúde de Rio das Ostras, iniciou a fiscalização em lojas, clínicas de estética, salões de beleza e manicures. O objetivo é orientar a população e garantir que produtos com essas substâncias não sejam comercializados.

As substâncias proibidas são o TPO [óxido de difenil (2,4,6-trimetilbenzol) fosfina] e o DMPT (N, N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA), que são ingredientes comuns em produtos, principalmente, para aplicação de unhas em gel.

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RISCOS - A Vigilância reforça este alerta aos consumidores e aos profissionais da beleza para que leiam os rótulos dos produtos e evitem comprar ou usar produtos cujos componentes apresentem as bases citadas.

As duas substâncias já são proibidas em outros países e agora também no Brasil porque podem afetar a fertilidade e acarretar câncer tanto no usuário quanto nos profissionais.

A Resolução da Anvisa estabelece que a retirada desses produtos do mercado deve ser feita imediatamente. A partir da publicação da norma, fica proibida a fabricação, a importação e a concessão de novos registros ou notificações para produtos que contenham TPO ou DMPT.

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Já para o comércio, as empresas e estabelecimentos têm até 90 dias para parar de comercializar ou utilizar os produtos que já estão no mercado. Passado esse prazo, todos os registros e notificações desses produtos serão cancelados pela Anvisa. As empresas responsáveis deverão realizar o recolhimento daqueles que ainda estiverem em lojas e distribuidoras.

De acordo com a coordenadora da Vigilância em Saúde, Nirvana Braga, o não cumprimento da retirada incorre em uma infração sanitária pelos prestadores de serviço ou revendedores. “É importante que os consumidores leiam os rótulos dos produtos para não arriscarem a sua saúde. No caso de dúvida ou denúncia as pessoas devem entrar em contato com a Vigilância Sanitária pelo WhatsApp 22 99222-9732”, explicou.