/apidata/imgcache/e941e8db25a7acbc32ca9b0b8a35de2c.png?banner=header&when=1770676957&who=1010
/apidata/imgcache/cbbac0633acb4d9d752b51ff3ac6a0dd.png?banner=left&when=1770676957&who=1010
/apidata/imgcache/1f815035bdb15a5c9f29acdb75d836f0.png?banner=right&when=1770676957&who=1010

Estado do Rio de Janeiro mantém cobertura vacinal da BCG acima da meta para recém-nascidos

Procura por vacinas para crianças tem aumentado com medidas implementadas pelo governo estadual

Atualizado em 09/02/2026 às 11:02, por Ricardo Marcogé.

A demanda por vacinas infantis vem crescendo em todo o estado, e assim conseguimos diminuir o risco de propagação de doenças. Foto: Divulgação / Ses-RJ

Em todo o estado do Rio de Janeiro, a vacina BCG, que previne contra a tuberculose, atingiu a cobertura de 94,02% entre os recém-nascidos, acima da meta preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de 90%.O resultado reflete o esforço empreendido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), para reverter a baixa cobertura das principais vacinas, especialmente as que necessitam ser administradas nos primeiros meses de vida.

A cobertura vacinal da Hepatite B, para recém-nascidos, também teve um aumento expressivo e passou de 84,48% para 89,43%.

/apidata/imgcache/dca50c234d6b847d2c3c808a22cf6f9c.png?banner=postmiddle&when=1770676957&who=1010

Nos últimos dez anos, o baixo índice de adesão à maior parte das vacinas, observado não apenas no estado, mas em todo o país, é um fenômeno global. No Rio de Janeiro, os índices de vacinação vinham em queda desde 2016 e foram ainda mais impactados durante a pandemia da Covid-19, em 2020 e 2021.Graças aos esforços dos técnicos da Vigilância Epidemiológica Estadual junto aos 92 municípios do estado, o Governo do Estado do Rio de Janeiro conseguiu elevar a cobertura vacinal da BCG para recém-nascidos, passando de 89,34%, em 2023, para 92,74%, em 2024, e para 94,02%, segundo a última atualização do Ministério da Saúde, com base em dados de dezembro de 2025.

Recentemente, a SES-RJ firmou um Termo de Cooperação com o Sistema Firjan/Sesi para ampliar a cobertura vacinal em todo o estado. Caberá à secretaria a articulação direta com os municípios, responsáveis pelo fornecimento das vacinas e pela disponibilização das equipes para a realização de novas ações, como campanhas junto às empresas associadas ao sistema e em parceria com as secretarias municipais de Saúde. O Governo do Estado seguirá empenhado na retomada dos índices que historicamente colocaram o Rio de Janeiro como referência nacional em cobertura vacinal.

/apidata/imgcache/e5afb2261aa15a9f4639745a4bc38fc6.png?banner=postmiddle&when=1770676957&who=1010

Embora muitas vacinas ainda não alcancem a meta, os números mostram que a maioria delas tem sido mais procurada pela população. É o caso, por exemplo, da primeira dose da Tríplice Viral, para 1 ano de idade, que passou de 77,30% para 91,06%, nos últimos dois anos, e, mais recentemente, está em torno de 90%, mais próxima da meta de 95%.Isso se deve a uma gama de ações que incluem desde o envio de unidades móveis de vacinação às cidades com menor índice de cobertura até pesquisas e iniciativas de busca ativa nas cidades, capacitações técnicas, e reforço nas campanhas de estímulo à vacinação, uma delas inclusive desenvolvida em conjunto com o Unicef.

Nesse contexto, destaca-se a campanha estadual "Vai de vacina, não vacila", além da atuação das unidades móveis de vacinação que, em parceria com os municípios, levaram vacinas a locais públicos e a áreas consideradas vazios sanitários, facilitando a adesão dos responsáveis.A SES-RJ apresenta mensalmente os dados de cobertura vacinal nas reuniões ordinárias da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), com a participação de técnicos e gestores, para estimular a adoção de estratégias que ampliem os índices nos municípios. Além disso, promove reuniões periódicas com coordenadores municipais de imunização, voltadas à capacitação técnica e ao fortalecimento das ações locais.

A procura por vacinas para crianças tem aumentado em todo o estado e somente dessa forma será possível evitar o risco de circulação de doenças. Para que isso aconteça de modo ainda mais satisfatório, é importante que a cobertura vacinal atinja a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde: 90%, para BCG e Rotavírus, e 95%, para demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.

Vacinação aumentou de 2023 para 2025

Para menores de 1 ano de idade, de 2023 para 2025Pentavalente (inclui a DTP, para difteria, tétano e coqueluche, e mais hepatite B e infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo b) - 76,46% para 81,21%

Febre Amarela – 59,41% para 63,97%

Polio Injetável VIP – 79,07% para 80,23%

Pneumo 10 – 79,50% para 86,42%

Meningo C – 76,70% para 83,87%

Rotavírus – 77,46% para 83,73%

Para 1 ano de idade, de 2023 a 2025

Hepatite A Infantil – 71,63% para 73,50%

DTP (1º reforço) – 65,43% para 77,46%

Tríplice Viral (1ª dose) – 77,30% para 89,59%

Tríplice Viral (2ª dose) – 61,42% para 68,94%

Pneumo 10 (1º reforço) – 70,12% para 82,23%

Polio (1º reforço) – 64,38% para 76,58% *

Varicela – 64,40% para 69,26%

Meningo C (1º reforço) – 75,09% para 83,29%